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Barcelona avalia apresentar queixa após pênalti não assinalado — o que dizem as regras sobre o tiro de meta de Marc Pubill

O Barcelona ficou furioso na noite de quarta-feira após a derrota por 2 a 0 para o Atlético de Madrid no jogo de ida das quartas de final da Liga dos Campeões, no Camp Nou, mas com a arbitragem, e não consigo mesmo. A partida mudou com a expulsão de Pau Cubarsí, e Julián Álvarez voltou a castigar ao marcar em cobrança de falta, enquanto a equipe catalã considerou que ao menos um pênalti deveria ter sido assinalado no segundo tempo.

O lance em questão aconteceu quando o goleiro do Atlético, Juan Musso, colocou a bola no chão dentro da pequena área e a tocou para Marc Pubill. O defensor então parou a bola com a mão e a devolveu para Musso, que seguiu a jogada enquanto os jogadores do Barcelona pediam mão.

– quarta-feira, 8 de abril de 2026

Musso classificou como absurda a ideia de que o lance deveria resultar em pênalti, enquanto Marcus Rashford afirmou que não havia discussão sobre o caso. Hansi Flick se mostrou indignado com a decisão e questionou para que serve o VAR, se não for para isso. Diego Simeone disse que não marcar o pênalti foi uma questão de ‘bom senso’.

– Quinta-feira, 9 de abril de 2026

As regras parecem favorecer o Barcelona. Como destacaram Sport e MD, a Regra 16 do regulamento da IFAB estabelece o seguinte.

- A bola deve estar parada e é chutada de qualquer ponto dentro da área de gol por um jogador da equipe defensora - A bola está em jogo quando é chutada e se move claramente - Os adversários devem permanecer fora da área penal até que a bola esteja em jogo Se, depois de a bola estar em jogo, o cobrador tocar na bola novamente antes de ela tocar outro jogador, será marcado um tiro livre indireto; se o cobrador cometer uma infração por mão na bola: será marcado um tiro livre direto será marcado um pênalti se a infração ocorrer dentro da área penal do cobrador, a menos que o cobrador seja o goleiro, caso em que será marcado um tiro livre indireto

Houve debate sobre se Lamine Yamal entrou na área antes da cobrança do tiro de meta, mas isso só parece acontecer depois que o tiro de meta é — na visão do Barcelona — cobrado por Musso.

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Segundo o Sport, o Barcelona avalia enviar uma carta oficial de reclamação à UEFA para manifestar sua insatisfação com a arbitragem. A medida não teria consequências reais, já que a UEFA já conta com um avaliador de arbitragem em cada jogo, responsável por elaborar um relatório sobre os acontecimentos. A entidade responderia ao clube catalão por cortesia, mas sem tomar qualquer medida.

Como destacou a Cadena SER, há vários precedentes. Em uma partida do Campeonato Argentino entre Independiente e Colón, o árbitro inicialmente não marcou pênalti em um lance semelhante, mas mudou a decisão após revisão do VAR. O mesmo aconteceu em 2024 na Liga dos Campeões, entre Club Brugge e Aston Villa, quando a equipe belga recebeu um pênalti depois de Tyrone Mings pegar a bola com as mãos após passe de Emiliano Martínez.

– Quarta-feira, 6 de novembro de 2024

Mais tarde naquele ano, David Raya tocou a bola para Gabriel Magalhães dentro da pequena área em uma cobrança de tiro de meta durante o confronto entre Arsenal e Bayern de Munique. O árbitro decidiu mandar repetir o tiro de meta por Gabriel depois que ele pegou a bola com as mãos e a devolveu para Raya.

– Quarta-feira, 10 de abril de 2024

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