Carrick deixou de lado as excentricidades de Amorim, e o United pintou Manchester de vermelho
A era Michael Carrick começou da melhor forma possível, com o Manchester United dominando completamente o rival Manchester City em Old Trafford no sábado.
Os Red Devils venceram por 2 a 0, mas o time da casa poderia facilmente ter marcado cinco ou seis gols, tamanha a quantidade de chances criadas.
Os anfitriões acertaram a trave duas vezes, tiveram três gols anulados por impedimentos milimétricos, enquanto Gianluigi Donnarumma fez várias defesas espetaculares.
Bryan Mbeumo e Patrick Dorgu marcaram, enquanto o técnico interino escalou uma formação ofensiva e acertou em cheio na tática.
A forma como a equipe pressionou quando os visitantes tentaram sair jogando desde a defesa foi exemplar, enquanto o meio-campo e a linha defensiva permaneceram tão compactos como sempre.
E, toda vez que desperdiçavam a posse no campo do United, os 20 vezes campeões ingleses saíam em velocidade e levavam perigo em cada transição.
O antigo treinador, Ruben Amorim, tentou mudanças sofisticadas demais, mas simplificar e escalar os jogadores em suas melhores posições fez toda a diferença.
Atuar com liberdade atrás do atacante sempre fez Bruno Fernandes render o seu melhor futebol, e foi exatamente isso que aconteceu no sábado.
Kobbie Mainoo, de volta ao time titular, foi fundamental com a bola, enquanto Casemiro trabalhou incansavelmente na base do meio-campo.
A linha defensiva de quatro foi impecável, com Harry Maguire a comandar desde trás. A intensidade mostrada pelos jogadores lembrou quase a era de Ole Gunnar Solskjaer.
Este elenco foi montado para um futebol de transição rápida, e o United mostrou exatamente isso no Theatre of Dreams.
Carrick espera mais do mesmo na próxima semana, quando o United viajará ao norte de Londres para enfrentar o Arsenal.
Imagem de destaque: Carl Recine via Getty Images
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