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Corrida por demissões na Premier League: Thomas Frank segue por um fio, enquanto Arne Slot ainda corre risco

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A Premier League já teve a sua cota de baixas no comando técnico nesta temporada. Nuno Espírito Santo foi o primeiro a cair, em setembro, ao ser demitido pelo Nottingham Forest.

Graham Potter, Ange Postecoglou e Vítor Pereira ficaram rapidamente sem clube à medida que avançava a primeira metade da temporada.

Os gigantes da Premier League também não hesitaram em entrar no drama dos bancos: Ruben Amorim e Enzo Maresca deixaram Manchester United e Chelsea, respetivamente, com apenas alguns dias de diferença no início deste mês.

Com pouco mais de um terço da temporada ainda por disputar, não seria exagero dizer que mais alguns treinadores podem acabar perdendo o cargo. Veja quem está mais ameaçado:

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Primeiro, o mais óbvio: Mikel Arteta mantém o Arsenal no topo da Premier League e dificilmente sairá, enquanto Pep Guardiola continuará a decidir quando deixará o Manchester City.

Unai Emery faz um excelente trabalho no Aston Villa, e parece quase impossível que deixe o clube tão cedo. Régis Le Bris também teve uma brilhante primeira temporada na Premier League, por isso seria uma enorme surpresa ver o Sunderland optar por uma mudança.

Keith Andrews calou os críticos da pré-temporada e faz um ótimo trabalho no Brentford. Enquanto isso, Michael Carrick e Liam Rosenior acabam de ser nomeados por Manchester United e Chelsea, respectivamente.

Entre as equipas do meio da tabela, Marco Silva tem o Fulham em sétimo lugar na Premier League, por isso uma demissão parece distante. David Moyes, Fabian Hurzeler e Andoni Iraola também fazem trabalhos mais do que respeitáveis e devem permanecer nos cargos por mais algum tempo.

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Quem você acha que será o próximo técnico da Premier League a ser demitido? Deixe sua opinião nos comentários abaixo

Superada essa parte, vale olhar para alguns treinadores que podem ficar realmente sob pressão em caso de queda de rendimento. Arne Slot é o caso mais evidente, depois de o holandês conduzir o Liverpool a uma defesa de título desastrosa.

A derrota sofrida nos minutos finais para o Bournemouth no sábado deixou o treinador holandês sob pressão. Está a uma derrota de ser demitido? Provavelmente não, mas ele precisa engatar uma sequência consistente o quanto antes.

O técnico do Newcastle, Eddie Howe, também espera alcançar o mesmo. Embora isso possa parecer um pouco duro com o ex-treinador do Bournemouth, os donos do clube esperam ver a equipe na Liga dos Campeões na próxima temporada, e o nono lugar na Premier League não será suficiente.

Daniel Farke também está entre os técnicos que observam a situação com apreensão. O alemão parece ter tirado o Leeds das turbulências, mas outra sequência ruim pode deixá-lo em sérios problemas.

Sean Dyche deve estar sentindo algo parecido, com o Forest apenas cinco pontos acima da zona de rebaixamento.

Ao que tudo indica, Nuno Espírito Santo, Rob Edwards e Scott Parker não correm risco imediato no cargo, especialmente no caso do treinador do West Ham. Mas uma sequência de derrotas pode colocar seus empregos em perigo.

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Entre os treinadores sob forte pressão, Thomas Frank surge de imediato. O dinamarquês chegou ao Tottenham no verão, mas vive até agora uma passagem decepcionante.

A equipe do norte de Londres está em 14º lugar, apenas oito pontos acima da zona de rebaixamento. Os torcedores também parecem ter se voltado contra Frank, e não seria surpresa se sua passagem pelo Tottenham chegasse ao fim mais cedo ou mais tarde.

Oliver Glasner pode já ter confirmado que deixará o Crystal Palace, mas não seria surpresa se saísse antes. O austríaco tem criticado a diretoria após a venda de Marc Guehi, enquanto os Eagles não vencem na Premier League há quase dois meses.

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