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USMNT sofre revés antes da Copa do Mundo após Christian Pulisic perder status de 'Captain America'

A queda de rendimento de Christian Pulisic virou tema central às vésperas da Copa do Mundo de 2026. A seleção masculina dos Estados Unidos (USMNT) tropeçou em amistosos recentes, perdeu para fortes equipes europeias e aumentou a preocupação dos torcedores com o desempenho em casa.

No centro dessas preocupações está Pulisic, principal jogador e capitão da equipe, cuja seca de gols tem se tornado cada vez mais difícil de ignorar.

Os Estados Unidos fecharam a janela internacional de março com derrota por 2 a 0 para Portugal, ampliando a sequência sem vitórias contra seleções europeias. O técnico Mauricio Pochettino utilizou Pulisic em uma função incomum de centroavante, em uma experiência tática para aproximá-lo do gol.

Apesar da participação ativa no ataque, ele não aproveitou nenhuma chance e ainda recebeu cartão amarelo em um primeiro tempo frustrante. A ESPN lhe deu nota 3/10, evidenciando a decepção com sua atuação.

Torcedores e analistas também apontam as dificuldades de longo prazo de Pulisic. Ele não marca pelos Estados Unidos há oito partidas internacionais consecutivas, jejum que já dura desde o fim de 2024. Da mesma forma, ainda não balançou as redes pelo AC Milan em 2026, o que levanta dúvidas sobre sua forma e confiança às vésperas da Copa do Mundo.

Muitos torcedores estão cada vez mais apreensivos, temendo que seu jogador mais talentoso não atinja o auge a tempo do torneio, que representa uma oportunidade histórica para o futebol dos Estados Unidos em casa.

"Pulisic teve outra atuação constrangedora pela seleção dos EUA", escreveu um torcedor.

Pressão aumenta e dúvidas persistem antes do pontapé inicial

Apesar da preocupação, a importância de Pulisic para a seleção dos EUA não pode ser subestimada. Ele tem sido um dos jogadores mais influentes do país na última década, liderando a equipe nacional em gols e acumulando experiência nas principais ligas da Europa.

Apesar das atuações recentes abaixo do esperado, incluindo a pesada derrota por 5 a 2 para a Bélgica na mesma pausa internacional, há no grupo quem siga otimista de que sua forma vai melhorar antes do início do torneio. O próprio Pulisic afirmou estar confiante de que pode encerrar o jejum de gols e contribuir quando mais importar.

Além das dificuldades de um jogador, a seleção masculina dos Estados Unidos enfrenta desafios mais amplos. As inconsistências defensivas e a falta de eficiência nas finalizações têm marcado os jogos recentes. Pochettino e sua comissão técnica precisarão encontrar coesão e ritmo rapidamente se a equipe quiser fazer uma campanha longa diante da torcida em casa.

A Copa do Mundo está a apenas alguns meses de distância, o que deixa pouco tempo para ajustes, e a pressão será grande tanto sobre Pulisic quanto sobre a seleção. A rapidez com que os americanos conseguirem se recuperar e reencontrar a forma será decisiva para o seu sucesso.

À medida que a contagem regressiva para o pontapé inicial avança, a pressão sobre Pulisic e a seleção dos Estados Unidos aumenta. Os torcedores acompanham de perto, na esperança de que o capitão reencontre o faro de gol e que a equipe se una a tempo de aproveitar uma oportunidade histórica de brilhar no cenário mundial.

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