Gilberto Silva dá veredicto sobre tendência polêmica do Arsenal que continua na Copa do Mundo
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Gilberto Silva insiste que as bolas paradas "não serão a principal arma" na Copa do Mundo deste verão.
O ex-meio-campista do Arsenal, Silva, fará parte do grupo de estudos técnicos da FIFA para o torneio e acredita que os treinadores das seleções não terão tempo suficiente para trabalhar escanteios e faltas para torná-los tão eficazes.
O vencedor da Copa do Mundo, Silva, viu seu antigo clube dominar a disputa pelo título da Premier League nesta temporada, usando bolas paradas com grande eficácia, mesmo que isso tenha sido desinteressante para alguns torcedores.
O ex-estrela do Brasil Silva disse: “O Arsenal tem bons zagueiros com Gabriel e William Saliba, mas não tenho certeza se a Copa do Mundo será a mesma, pois você não tem tanto tempo para preparar as equipes para o torneio.
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“Claro que pode ser uma arma e você pode usá-la, mas não tenho certeza se será a principal. Acho que os jogos podem ser apertados e eles podem usar transições e outros métodos para romper. Mas não acho que as bolas paradas vão ser o aspecto principal nesta Copa do Mundo.”
Espera-se que a FIFA reprima as agarras e os agarramentos nos cantos, que têm sido uma característica marcante da Copa do Mundo, com os árbitros provavelmente prestando atenção extra.
O grupo de estudo técnico fornecerá insights sobre tendências táticas, que estarão disponíveis, pela primeira vez, tanto para os jogadores quanto para os torcedores por meio de um aplicativo.
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Arsene Wenger, chefe de desenvolvimento do futebol global da FIFA, liderará o grupo, que incluirá Silva, Otto Addo (Gana), Tobin Heath (EUA), Jürgen Klinsmann (Alemanha), Jayne Ludlow (País de Gales), Michael O’Neill (Irlanda do Norte), Jon Dahl Tomasson (Dinamarca), Paulo Wanchope (Costa Rica), Aron Winter (Holanda) e Pablo Zabaleta (Argentina).
O painel será liderado pelo especialista sênior de futebol da FIFA, Pascal Zuberbühler, e pelo líder de insights de desempenho futebolístico, Tom Gardner, e contará com o apoio de uma equipe de analistas de futebol, engenheiros de dados, cientistas de dados e analistas de desempenho, com base em Miami e Dallas (presencialmente) e em Manchester (Reino Unido) (remotamente).
Silva também sugeriu que os intervalos para hidratação em cada tempo durante a Copa do Mundo serão vitais para os técnicos e treinadores. Ele acrescentou: “Tenho certeza de que, neste momento, será uma oportunidade especial para os treinadores porque, anteriormente, eles só podiam falar com os jogadores no intervalo e agora têm mais duas chances de conversar com os atletas, o que pode ser importante.”
Não há nada como a Copa do Mundo para criar lendas, e esta nova edição especial celebra os heróis da maior competição esportiva do planeta.
