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Ranking dos principais atacantes à disposição da Inglaterra e dos grandes favoritos à Copa do Mundo

A Copa do Mundo está cada vez mais próxima e, embora a defesa normalmente decida grandes torneios, ter alguém capaz de marcar gols é sempre uma vantagem.

Com o fim dos últimos amistosos e das eliminatórias, analisamos as opções de ataque das cinco seleções favoritas e as classificamos pelo número de gols marcados em suas respectivas ligas nesta temporada.

Veja quem levou a melhor:

Quatro anos após o sucesso, a Argentina mantém um ataque semelhante, com pequenas mudanças.

Desde 2022, Julián Álvarez se consolidou como um dos melhores camisas 9 do mundo, mas ainda soma apenas oito gols em 29 partidas de La Liga nesta temporada.

Lionel Messi também é uma opção para atuar mais centralizado e tem feito isso com cada vez mais frequência em seu clube. Na temporada passada, marcou 29 gols na MLS e já tem quatro neste ano.

Lautaro Martínez, da Inter, ficou fora desta pausa internacional devido a uma lesão na panturrilha, mas estará no elenco no verão após marcar 14 gols e se tornar o artilheiro da Serie A.

José López, do Palmeiras, também deve sair e marcou três gols em oito jogos na liga neste ano.

A escolha final seria o atacante de 23 anos Joaquín Panichelli, apontado como o futuro do ataque da Argentina, mas ele sofreu uma ruptura do ligamento cruzado anterior e vai desfalcar a equipe no torneio. Em seu lugar, Giuliano Simeone pode ser a opção após marcar três gols em 26 jogos de La Liga nesta temporada.

Embora não esteja no nível altíssimo do fim dos anos 1990 e início dos anos 2000, o ataque do Brasil melhorou nos últimos anos.

No início do século, imaginar um atacante do Brentford comandando o ataque do Brasil pareceria loucura, mas a forma de Igor Thiago neste ano foi recompensada com uma convocação merecida.

Apenas Erling Haaland marcou mais gols na Premier League do que os 19 de Thiago neste ano, e com o norueguês em dificuldade para balançar as redes nas últimas partidas, há uma grande chance de o atacante dos Bees ultrapassá-lo até o fim da temporada.

Joao Pedro parece já adaptado ao Chelsea, com 14 gols em 31 partidas, embora ainda possa ser considerado um jogador de rendimento irregular.

Matheus Cunha também pode atuar pelo centro e marcou sete gols em 28 partidas da liga pelo Manchester United neste ano.

O jovem Endrick atua principalmente pelas pontas, mas pode jogar centralizado se necessário. Ele marcou três gols na Ligue 1 em nove partidas desde que chegou ao Lyon por empréstimo do Real Madrid.

Por fim, Richarlison, do Tottenham, não esteve na convocação mais recente de Carlo Ancelotti, mas ainda deve disputar o torneio de verão. O atacante dos Spurs soma nove gols em 26 jogos da Premier League nesta temporada.

Considerando alguns dos nomes que já teve no passado, é justo dizer que a Espanha não conta com uma grande geração de camisas 9.

Mesmo na campanha vitoriosa da Euro 2024, o artilheiro da equipe foi o meio-campista Dani Olmo, com três gols, e para este torneio a opção preferida de Luis de la Fuente é o ponta adaptado Mikel Oyarzabal.

Nesta temporada, o capitão da Real Sociedad marcou 12 gols em 26 partidas de La Liga pelo único clube que defendeu na carreira e balançou as redes duas vezes no recente amistoso da Espanha contra a Bulgária.

Logo atrás, Borja Iglesias, de 33 anos, foi convocado após marcar 11 gols em 26 jogos da liga nesta temporada, enquanto Ferran Torres, do Barcelona, tem números idênticos aos de Oyarzabal.

O jovem Victor Muñoz, de 22 anos, é muito bem avaliado, mas é mais um jogador que preferiria atuar pelas pontas se pudesse escolher. Nesta temporada, marcou apenas cinco gols no campeonato pelo Osasuna.

A opção final é Ander Barrenetxea, da Real Sociedad, que marcou três gols em 23 jogos da liga, mas novamente parece mais adequado para atuar pelas pontas.

As opções da Espanha para a camisa 9 estão longe de ser as mais fortes, mas, como em gerações anteriores, é no meio-campo que La Roja realmente brilha.

Como acontece há décadas, a França tem um setor ofensivo repleto de opções.

A estrela é Kylian Mbappé, utilizado como referência central desde que chegou ao Real Madrid, com 23 gols em 23 jogos da liga nesta temporada.

Logo atrás, Hugo Ekitike tem sido um destaque, embora por vezes irregular, desde que se transferiu para o Liverpool e é o artilheiro dos Reds na temporada, com 11 gols.

Marcus Thuram, da Inter, surge como a opção mais natural para a camisa 9 e soma sete gols em 23 jogos na Serie A.

Atual vencedor da Bola de Ouro, Ousmane Dembélé também pode atuar pelo centro, função em que tem sido eficaz no PSG, e soma oito gols em 16 jogos da Ligue 1 nesta temporada.

Por fim, Randal Kolo Muani, do Tottenham, é uma opção, mas marcou apenas um gol na Premier League em 23 jogos neste ano.

Se a Inglaterra quiser erguer o troféu pela primeira vez em 60 anos, precisará de Harry Kane em campo.

O capitão é um dos melhores atacantes do mundo e lidera a corrida pela Chuteira de Ouro europeia, com 31 gols, mas as opções atrás dele são limitadas.

Antes visto como o substituto natural, Ollie Watkins vive forte queda de rendimento neste ano e o atacante do Villa marcou apenas nove gols na Premier League em 2026.

Há apenas 12 meses, uma convocação de Dominic Calvert-Lewin para a Inglaterra parecia improvável, mas sua retomada no Leeds aumentou suas chances.

Uma sequência forte no início do ano o colocou no radar de Thomas Tuchel, mas ele soma apenas 10 gols na Premier League nesta temporada e segue sendo uma preocupação por lesões.

Atrás dele, o homônimo Dominic Solanke segue como opção, mas disputou apenas 12 jogos da liga neste ano e marcou três vezes por um Tottenham que luta contra o rebaixamento.

Uma quinta opção para Tuchel seria deslocar Marcus Rashford para o centro, embora ele sempre tenha rendido melhor aberto. Anthony Gordon, que tem seis gols na liga nesta temporada, pode então ser utilizado como camisa 9 caso Kane fique ausente.

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