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Nottingham Forest desperdiça chances e empata em casa, aumentando a pressão sobre Sean Dyche

O técnico do Nottingham Forest, Sean Dyche, ficou ainda mais pressionado após o empate em 0 a 0 com o lanterna Wolves.

O Forest dominou completamente no City Ground, bombardeou o gol adversário com 35 finalizações, mas não conseguiu marcar.

Embora o empate os deixe três pontos acima da zona de rebaixamento da Premier League, esta foi uma grande chance de abrir uma vantagem ainda maior sobre o West Ham, 18º colocado.

A posição de Dyche pode agora ficar ameaçada, depois de somar apenas dois pontos nos jogos contra Crystal Palace, Leeds e Wolves.

A sequência de apenas duas vitórias nos últimos 10 jogos da liga deve alarmar o impaciente proprietário Evangelos Marinakis, presente no City Ground, e uma terceira demissão de treinador na temporada agora parece possível, especialmente após os torcedores se voltarem contra Dyche ao apito final.

Ele sem dúvida apontará uma série de chances desperdiçadas, com Lorenzo Lucca isolando por cima numa situação de seis contra um e Morato falhando à queima-roupa.

O Wolves escapou por pouco, mas ficou mais perto do recorde negativo do Derby na Premier League, de 11 pontos, ao chegar aos nove.

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Depois de ver West Ham e Leeds tirarem pontos de Manchester United e Chelsea, respectivamente, na terça-feira, o Forest precisava responder.

E a equipa teve um início forte e poderia ter aberto o placar nos primeiros 15 minutos.

Callum Hudson-Odoi chutou para fora por muito pouco ao cortar da esquerda para dentro, enquanto Morgan Gibbs-White obrigou José Sá a uma defesa com um remate de longe.

O ex-meio-campista do Wolves voltou a levar perigo aos 14 minutos, ao receber passe de Elliot Anderson, mas não conseguiu colocar de cabeça no canto, junto à trave mais distante.

Os anfitriões seguiram dominando e, aos 30 minutos, desperdiçaram uma chance incrível de abrir o placar ao falhar em uma jogada de seis contra um.

O Wolves foi apanhado no contra-ataque após um livre, com Hudson-Odoi a disparar isolado pela esquerda.

Ele tinha cinco opções sem marcação na área e escolheu Lucca, mas o italiano isolou de 12 jardas.

José Sá, alvo do Nottingham Forest na janela de janeiro, justificou o salário no gol do Wolves, constantemente pressionado.

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O português caiu bem para defender uma finalização de Anderson e também travou outra tentativa de Hudson-Odoi.

Entre essas duas chances, o Wolves teve sua primeira chegada ao gol quando Tolu Arokodare cabeceou para fora, por muito pouco.

Já agitados, os adeptos do Forest talvez não tivessem suportado se aquela bola tivesse entrado, mas a frustração aumentou no segundo tempo.

Hudson-Odoi desperdiçou outra chance após uma arrancada de Gibbs-White até a área, enquanto Morato desviou de cabeça para fora, rente à trave.

Quanto mais o Forest demorava para encontrar o gol de abertura, mais nervoso ficava na defesa, e o goleiro Stefan Ortega foi exigido em duas ocasiões.

Primeiro, ele caiu bem para defender o remate rasteiro de Mateus Mane e depois reagiu ao chute de Angel Gomes da entrada da área.

O Forest retomou o controle e obrigou Sa a fazer uma dupla defesa heroica aos 76 minutos, bloqueando a finalização de Igor Jesus e depois se esticando sobre a linha para negar o gol a Morato, que deveria ter marcado de muito perto.

No fim, o Forest salvou um ponto, enquanto o Wolves desperdiçou uma chance de ouro de vencer nos acréscimos, quando Mané finalizou em cima de Ortega no contra-ataque.

O ambiente já era tóxico naquele momento, com Dyche sendo vaiado ao entrar no túnel.

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